Quando perdemos alguma pessoa significativa em nossas vidas essa morte nos lembra muito claramente os limites do que somos enquanto seres biológicos. Já o que fazemos desde o nascimento até a morte é uma construção nossa enquanto seres humanos e sociais. Tudo tem começo, meio e fim (e recomeço, meio, e fim ...).
Como foi muito bem expressado por Sêneca:
"Morremos como mortais que somos, e vivemos como se fôramos imortais"
O que é essencial nisso tudo? As perguntas, as respostas ou o sentido que fazemos da vida? Cada pessoa um valor, uma resposta, uma construção.
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